(UEL) A narrativa de Amar, Verbo Intransitivo: uma análise profunda

O livro “Amar, Verbo Intransitivo”, escrito por Mário de Andrade, é uma obra clássica da literatura brasileira que desperta interesse por sua narrativa envolvente e profunda. Publicado em 1927, o romance retrata a história de um tutor contratado para educar uma jovem de 17 anos, que acaba desenvolvendo sentimentos amorosos por ela. Neste artigo, faremos uma análise minuciosa dessa narrativa, explorando suas temáticas, personagens e estilo literário, a fim de compreender seu impacto na literatura brasileira e sua relevância até os dias de hoje.

Quem é o narrador do livro Amar, verbo intransitivo?

A obra “Amar, verbo intransitivo” é narrada em terceira pessoa, o que significa que o narrador é um observador externo aos eventos da história. O livro tem como temática central a iniciação sexual do jovem Carlos Alberto, filho de uma tradicional família paulistana. A história se desenrola a partir do momento em que Carlos Alberto é contratado por Felisberto Sousa Costa, o patriarca da família, para receber aulas particulares de alemão com Elza, uma imigrante alemã. Logo, surge uma relação amorosa entre os dois, que desafia as convenções sociais e morais da época. O narrador nos guia através das experiências e conflitos vividos pelos personagens, explorando temas como sexualidade, poder e tabus sociais.

Em “Amar, verbo intransitivo”, o autor Mario de Andrade constrói uma narrativa rica em detalhes e reflexões, explorando a psicologia dos personagens e as complexidades das relações humanas. Através do ponto de vista do narrador, somos conduzidos a mergulhar nas emoções e dilemas vividos por Carlos Alberto e Elza, assim como a compreender o impacto de suas escolhas em um contexto conservador e repressivo. A escolha do narrador em terceira pessoa permite ao leitor uma visão mais ampla e imparcial dos acontecimentos, ao mesmo tempo em que dá espaço para a subjetividade e a interpretação individual dos personagens e de suas motivações.Qual é o foco narrativo do livro Amar, verbo intransitivo?

Se quiser continuar a ler este post sobre "(UEL) A narrativa de Amar, Verbo Intransitivo: uma análise profunda" clique no botão "Mostrar tudo" e poderá ler o resto do conteúdo gratuitamente. ebstomasborba.pt é um site especializado em Tecnologia, Notícias, Jogos e muitos tópicos que lhe podem interessar. Se quiser ler mais informações semelhantes a (UEL) A narrativa de Amar, Verbo Intransitivo: uma análise profunda, sinta-se à vontade para continuar a navegar na web e subscrever as notificações do Blog e não perca as últimas notícias.

Seguir leyendo


Qual é o foco narrativo do livro Amar, verbo intransitivo?

O foco narrativo do livro “Amar, verbo intransitivo” é predominantemente na terceira pessoa, com um narrador que não faz parte da história, conhecido como narrador tradicional. Esse narrador é onisciente e onipresente, ou seja, ele possui conhecimento completo sobre os eventos e pensamentos dos personagens, assim como está presente em todos os momentos da narrativa. Além disso, o autor também se coloca dentro do livro para fazer observações marginais, oferecendo sua perspectiva e comentários adicionais sobre a história.

Essa escolha narrativa permite ao leitor ter uma visão ampla dos acontecimentos e mergulhar tanto nas emoções e experiências dos personagens quanto nas reflexões e opiniões do autor. A presença do narrador onisciente possibilita a revelação de informações que os próprios personagens podem não estar cientes, criando um senso de suspense e revelação ao longo da narrativa. Já as observações marginais do autor adicionam um toque pessoal e subjetivo à história, oferecendo insights e comentários sobre os temas e questões abordados no livro. No geral, essa combinação de foco narrativo enriquece a experiência de leitura, proporcionando uma perspectiva mais completa e multifacetada da história.

Qual é a transitividade do verbo amar?

Qual é a transitividade do verbo amar?

A transitividade do verbo amar é considerada direta (VTD) porque ele não requer uma preposição para complementar seu significado. Quando usamos o verbo amar, ele precisa de um objeto direto para completar seu sentido. Esse objeto direto pode ser uma pessoa, um animal ou até mesmo uma coisa. Por exemplo, na frase “Eu amo minha família”, o pronome possessivo “minha” atua como o objeto direto do verbo amar, indicando que o sujeito (eu) sente amor por sua família.

Os pronomes que podem ser usados como objeto direto do verbo amar são o, a, os e as. Por exemplo, “Ele ama o seu cachorro” ou “Ela ama as flores do jardim”. Esses pronomes desempenham a função de receber o amor do sujeito que pratica a ação.

É importante ressaltar que, embora o verbo amar seja transitivo direto, ele também pode ser utilizado de forma intransitiva, sem a necessidade de um objeto direto. Nesses casos, o verbo é seguido de um adjunto adverbial que indica a maneira, o tempo, o lugar ou o motivo pelo qual o amor é expresso. Por exemplo, “Eu amo intensamente” ou “Nós amamos incondicionalmente”.

Por que o amar é um verbo intransitivo?

Por que o amar é um verbo intransitivo?

O verbo “amar” é classificado como intransitivo porque não requer um objeto direto para completar seu significado. Ele possui um sentido pleno e completo por si só, podendo funcionar como o predicado de uma frase. Em outras palavras, quando dizemos “eu amo”, estamos expressando um sentimento de amor sem a necessidade de especificar quem ou o quê é amado.

No entanto, é importante ressaltar que o verbo “amar” pode ser utilizado de forma transitiva quando acompanhado de um objeto indireto. Por exemplo, na frase “eu amo minha família”, o verbo “amar” é transitivo, pois possui um objeto indireto (minha família) que completa o sentido do verbo.