Polissindeto exemplos em músicas: uma melodia de repetição.

O polissíndeto é uma figura de linguagem muito utilizada na literatura, mas também é possível encontrá-lo em músicas. Essa técnica consiste na repetição de uma conjunção entre as palavras de uma frase, criando um efeito de ênfase e melodia. Muitos compositores utilizam o polissíndeto para construir letras marcantes e cativantes, que ficam na mente dos ouvintes. Neste artigo, apresentaremos alguns exemplos de polissindeto em músicas, mostrando como essa figura de linguagem pode ser uma verdadeira melodia de repetição.

Qual é o polissíndeto? Dê exemplos.

O polissíndeto é uma figura de construção que consiste na repetição de conjunções em um texto ou discurso. Esse recurso é utilizado para enfatizar uma ideia, dar ritmo à frase ou criar um efeito de intensificação. Um exemplo clássico de polissíndeto é a frase de Rubem Braga: “Há dois dias meu telefone não fala, nem ouve, nem toca, nem tuge, nem muge”. Nessa frase, o uso repetido da conjunção “nem” reforça a ideia de que o telefone não realiza nenhuma ação.

Outro exemplo de polissíndeto é encontrado na música “Alegria, Alegria” de Caetano Veloso: “E a gente vai contra a corrente, até não poder resistir. Na volta do barco é que sentimos o quanto deixamos de cumprir.” Nesse caso, a repetição da conjunção “e” cria um ritmo acelerado e enfatiza a ideia de ir contra a corrente e de não cumprir algo.

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O polissíndeto é uma figura de linguagem que pode ser utilizada em diversos tipos de texto, como poesias, músicas, discursos e até mesmo em narrativas. É uma forma de dar ênfase e impacto às palavras e ideias, tornando o discurso mais marcante e expressivo.

Quais são os tipos de polissíndeto?

Quais são os tipos de polissíndeto?

O polissíndeto é um recurso utilizado na língua portuguesa que consiste na repetição de conjunções coordenativas para ligar orações. Esse recurso permite a criação de orações coordenadas sindéticas, ou seja, orações que estão ligadas através de conjunções coordenativas. Existem diferentes tipos de polissíndeto, dependendo das conjunções utilizadas.

Um tipo de polissíndeto é o aditivo, em que as orações coordenadas são ligadas por conjunções como “e”, “nem” e “mas também”. Esse tipo de polissíndeto é usado para enfatizar a ideia de soma, inclusão ou acréscimo. Por exemplo: “Ele estudou e trabalhou e também fez exercícios físicos todos os dias”.

Outro tipo de polissíndeto é o adversativo, em que as orações coordenadas são ligadas por conjunções como “mas”, “porém” e “contudo”. Esse tipo de polissíndeto é usado para expressar oposição, contraste ou concessão. Por exemplo: “Ele estudou muito, mas não conseguiu passar no exame”.

Além disso, existem os polissíndetos alternativos, que ligam orações coordenadas através de conjunções como “ou”, “ora…ora” e “quer…quer”. Esses polissíndetos são utilizados para indicar alternância, escolha ou possibilidade. Por exemplo: “Ela pode ir ao cinema ou ficar em casa”.

Há também os polissíndetos conclusivos, em que as orações coordenadas são ligadas por conjunções como “logo”, “portanto” e “por isso”. Esse tipo de polissíndeto é usado para indicar consequência, conclusão ou dedução. Por exemplo: “Ele estudou muito, portanto, conseguiu tirar uma boa nota”.

Por fim, temos os polissíndetos explicativos, que ligam orações coordenadas através de conjunções como “pois”, “porquanto” e “porque”. Esses polissíndetos são utilizados para dar uma explicação ou justificativa para algo. Por exemplo: “Ele não compareceu à reunião, pois estava doente”.

Como usar o polissíndeto?

Como usar o polissíndeto?

O polissíndeto é uma figura de linguagem que consiste na repetição de conjunções em uma frase ou texto. Essa repetição tem como objetivo criar um efeito estilístico, que pode ser de ênfase, intensificação ou até mesmo de ritmo. O polissíndeto pode ser utilizado em diferentes tipos de texto, como poesias, discursos, narrativas e até mesmo em textos publicitários.

É importante ressaltar que o uso do polissíndeto deve ser moderado, para evitar que o texto se torne repetitivo e cansativo para o leitor. É recomendado utilizá-lo de forma estratégica, destacando palavras-chave ou criando uma cadência especial na frase. Além disso, é importante considerar o contexto e o objetivo do texto, para que o polissíndeto esteja de acordo com a mensagem que se deseja transmitir.

Em qual alternativa encontramos a polissíndeto?

Em qual alternativa encontramos a polissíndeto?

A polissíndeto é uma figura de linguagem que consiste na repetição de conjunções em uma frase, verso ou texto. Na alternativa E, encontramos a polissíndeto ocorrendo pela repetição da conjunção “e” no início de cada verso.

A polissíndeto é utilizada com o propósito de enfatizar, criar um ritmo ou dar uma sensação de continuidade ao texto. Nesse caso, a repetição da conjunção “e” no início de cada verso cria um efeito de repetição e ritmo, reforçando a ideia de continuidade presente no poema ou texto.

É importante ressaltar que a polissíndeto não se limita apenas ao uso da conjunção “e”, mas pode ser utilizada com outras conjunções também, como “ou”, “mas”, “porém”, entre outras. A escolha da conjunção a ser repetida depende do efeito desejado pelo autor.

Portanto, a alternativa E é a correta pois apresenta a polissíndeto pela repetição da conjunção “e” no início de cada verso, criando um efeito de continuidade e ritmo no texto.

Qual é o significado de assíndeto e quais são seus exemplos?

Assíndeto é uma figura de linguagem que consiste na omissão de conjunções coordenativas, ou seja, das palavras que ligam elementos independentes em um enunciado. Essa técnica é utilizada para conferir mais agilidade e fluidez ao texto, além de criar um efeito de ênfase nos elementos enumerados.

Um exemplo de assíndeto é a seguinte frase: “Fui ao mercado para comprar frutas, verduras, legumes e carne.” Nesse caso, as conjunções coordenativas (como “e”) foram omitidas entre os elementos da lista, o que faz com que a frase seja mais concisa e direta.

Outro exemplo de assíndeto pode ser visto na seguinte frase: “Ele chegou, viu, venceu.” Nesse caso, as conjunções coordenativas foram omitidas entre as ações realizadas pelo sujeito, criando um efeito de rapidez e intensidade.