No período da própria garganta: o grito que ecoa na PUC-SP

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) é conhecida por ser um espaço de debate e reflexão sobre diversos temas. No entanto, nos últimos anos, uma questão tem ecoado nos corredores e salas de aula da instituição: o grito. Esse grito, que reverbera na própria garganta dos estudantes, é um reflexo das tensões e conflitos presentes na sociedade contemporânea.

Na PUC-SP, o grito se manifesta de diversas formas: seja nas manifestações estudantis, nas discussões acaloradas em sala de aula ou nas produções artísticas que buscam expressar o sentimento de indignação e protesto. É um grito que clama por justiça, igualdade e transformação social.

Neste artigo, iremos explorar as diferentes manifestações desse grito na PUC-SP. Analisaremos os principais temas que têm mobilizado os estudantes, as estratégias utilizadas para amplificar suas vozes e os impactos que essas manifestações têm gerado dentro e fora da universidade.

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Para isso, vamos examinar o contexto histórico e sociopolítico em que essas manifestações ocorrem, destacando a importância da PUC-SP como espaço de resistência e luta pelos direitos humanos. Além disso, iremos também abordar o papel da universidade na formação de uma consciência crítica e engajada nos estudantes.

Através de depoimentos de estudantes e professores, entrevistas com especialistas e análise de documentos e registros históricos, buscamos compreender o significado e o impacto desse grito que ecoa na PUC-SP. Queremos revelar as vozes que se levantam, as demandas que são colocadas em pauta e as transformações que estão em curso dentro e fora da universidade.

Quais são os exemplos de conjunções?

As conjunções coordenativas são aquelas que ligam elementos de mesma função sintática, como palavras, frases ou orações. Elas podem estabelecer diferentes tipos de relação entre esses elementos.

Um exemplo de conjunção coordenativa adversativa é “mas”, que indica oposição, como em “Ele queria ir ao cinema, mas estava chovendo”. Outras conjunções adversativas são “porém”, “entretanto”, “todavia” e “contudo”.

As conjunções coordenativas alternativas, por sua vez, indicam alternância. Alguns exemplos são “ou” e “ora… ora…”. Por exemplo: “Vamos ao parque ou à praia?” ou “Ora estudava, ora descansava”.

Já as conjunções coordenativas conclusivas estabelecem uma relação de conclusão. Exemplos incluem “então”, “assim”, “portanto” e “logo”. Por exemplo: “Estudei muito, então passei no exame”.

Por fim, as conjunções coordenativas explicativas têm a função de explicar uma causa. Exemplos são “porque” e “pois”. Por exemplo: “Não saí de casa porque estava chovendo”.

Esses são apenas alguns exemplos de conjunções coordenativas e suas respectivas relações. É importante lembrar que existem outras conjunções coordenativas e que cada uma pode estabelecer diferentes tipos de relação entre os elementos que conecta.

Quais são as conjunções adversativas?

Quais são as conjunções adversativas?

As conjunções adversativas são responsáveis por estabelecer uma relação de oposição entre as orações ou termos conectados. Elas são utilizadas para expressar ideias contrárias, contrastantes ou que se opõem de alguma forma. Alguns exemplos de conjunções adversativas são “mas”, “porém”, “todavia”, “contudo” e “senão” (quando possui o significado de “mas”).

Essas conjunções são importantes na construção de textos argumentativos, pois permitem ao autor apresentar diferentes pontos de vista, argumentos contrários ou ressalvas em relação ao que foi dito anteriormente. Ao utilizar as conjunções adversativas, é possível criar um contraste entre as informações apresentadas, destacando as diferenças entre elas.

Além das conjunções mencionadas, existem outras que também podem desempenhar essa função adversativa, como “entretanto”, “no entanto”, “apesar disso” e “ainda assim”. Essas palavras ajudam a dar fluidez ao texto, permitindo a conexão entre ideias opostas e enriquecendo a argumentação. É importante lembrar que o uso adequado das conjunções adversativas contribui para a clareza e coesão textual, proporcionando uma melhor compreensão por parte do leitor.

Pergunta: O que é uma conjunção aditiva?

Pergunta: O que é uma conjunção aditiva?

Uma conjunção aditiva é um tipo de conjunção coordenativa que tem a função de unir duas ou mais orações com o objetivo de expressar uma ideia de acréscimo ou adição de informação. Essas conjunções são usadas quando queremos indicar que uma informação está sendo adicionada a outra, sem que haja qualquer tipo de oposição entre elas.

Algumas das conjunções aditivas mais comuns são: “e”, “também”, “além disso”, “ainda”, “bem como”, “como também”, “nem” (quando usado no sentido de “e não”), “não só”, “mas também”, “quanto” (depois de “tanto”), entre outras. Por exemplo, podemos utilizar a conjunção “e” para unir as orações “João foi à praia” e “Maria foi ao cinema” e formar a frase “João foi à praia e Maria foi ao cinema”.

É importante destacar que as conjunções aditivas servem para unir orações que possuem a mesma importância e não estabelecem uma relação de oposição entre si. Elas são muito utilizadas na escrita, pois ajudam a criar uma conexão entre as ideias e tornam o texto mais coeso e fluente.

Quais são as conjunções coordenativas e subordinativas?

Quais são as conjunções coordenativas e subordinativas?

As conjunções coordenativas são aquelas que ligam elementos independentes entre si, ou seja, ligam orações que possuem sentido completo. Essas conjunções são subdivididas em cinco classificações: aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas.

As conjunções coordenativas aditivas são aquelas que indicam soma ou adição de ideias, como por exemplo: “e”, “nem”, “não só…mas também”. As conjunções adversativas indicam oposição ou contraste entre as ideias, como por exemplo: “mas”, “porém”, “contudo”. Já as conjunções alternativas indicam escolha ou alternância entre as ideias, como por exemplo: “ou”, “ora…ora”, “quer…quer”. As conjunções conclusivas indicam conclusão ou consequência das ideias, como por exemplo: “logo”, “portanto”, “por isso”. E por fim, as conjunções explicativas indicam explicação ou justificativa das ideias, como por exemplo: “pois”, “porque”, “que”.

Já as conjunções subordinativas são aquelas que ligam elementos dependentes entre si, ou seja, ligam uma oração principal a uma oração subordinada. Essas conjunções estabelecem uma relação de dependência entre as ideias das orações, indicando, por exemplo, causa, tempo, condição, finalidade, entre outras relações. Alguns exemplos de conjunções subordinativas são: “que”, “quando”, “se”, “apesar de”, “embora”, “para que”. Essas conjunções são essenciais para a construção de frases complexas, pois permitem a organização das ideias de forma hierárquica.

Qual é a definição de uma conjunção integrante?

Conjunções integrantes são um tipo específico de conjunção que têm a função de introduzir uma oração que atua como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto de outra oração. Essas conjunções são essenciais para a estruturação de frases e ajudam a conectar diferentes partes do discurso de forma coesa.

Um exemplo de conjunção integrante é a palavra “que”. Ela pode ser utilizada para introduzir uma oração subordinada substantiva, que desempenha a função de sujeito da oração principal. Por exemplo: “É importante que você estude para a prova”.

Outro exemplo de conjunção integrante é a palavra “se”. Ela pode ser utilizada para introduzir uma oração subordinada substantiva, que desempenha a função de objeto direto da oração principal. Por exemplo: “Não sei se ele virá à festa”.

Essas conjunções integrantes são essenciais para a estruturação correta das frases, garantindo a clareza e a coesão do discurso. Elas ajudam a estabelecer relações entre as partes da frase e a transmitir as informações de forma precisa. É importante conhecê-las e utilizá-las corretamente para garantir a compreensão adequada das mensagens que desejamos transmitir.