Identifique as figuras de linguagem nas orações abaixo:

Neste artigo, vamos discutir e identificar as figuras de linguagem presentes em algumas orações. As figuras de linguagem são recursos utilizados na linguagem para dar ênfase, criar imagens ou transmitir uma mensagem de forma mais expressiva. Ao identificar essas figuras nas frases, poderemos compreender melhor o seu significado e o impacto que exercem no texto. Acompanhe a seguir alguns exemplos de orações que ilustram diferentes figuras de linguagem.

Quais são as seis figuras de linguagem?

As Figuras de Linguagem são recursos expressivos utilizados na comunicação para criar efeitos de sentido e tornar a mensagem mais impactante e interessante. Existem diversas figuras de linguagem, mas as seis principais são Metáfora, Símile, Analogia, Metonímia, Perífrase e Sinestesia.

A Metáfora consiste em utilizar uma palavra ou expressão em um sentido figurado, atribuindo-lhe uma nova significação. Por exemplo, “ele é um leão” significa que a pessoa é corajosa e forte como um leão. A Símile, por sua vez, é uma comparação explícita entre dois termos, utilizando palavras como “como” ou “tal qual”. Por exemplo, “ela é bonita como uma flor”.

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A Analogia é uma forma de comparação que estabelece semelhanças entre dois elementos distintos, por meio de características comuns. Por exemplo, “a vida é como uma montanha-russa, cheia de altos e baixos”. A Metonímia é uma figura de linguagem que consiste em substituir um termo por outro que tenha relação de proximidade ou associação com ele. Por exemplo, “bebi um copo” em vez de “bebi uma bebida”.

A Perífrase é uma figura de linguagem que utiliza expressões ou descrições para se referir a algo ou alguém. Por exemplo, “o país das chuteiras” para se referir ao Brasil. Já a Sinestesia é uma figura de linguagem que combina sensações de diferentes sentidos. Por exemplo, “o perfume tem um sabor doce”.

Essas figuras de linguagem são amplamente utilizadas na literatura, na publicidade e na comunicação em geral, pois contribuem para tornar a mensagem mais expressiva, criativa e cativante.

São exemplos de figuras de linguagem?

São exemplos de figuras de linguagem?

As figuras de linguagem são recursos utilizados na linguagem para dar maior expressividade e impacto ao discurso. Elas podem ser divididas em diferentes categorias, como figuras de pensamento, figuras de sintaxe e figuras de som ou harmonia.

As figuras de pensamento incluem a hipérbole, que consiste em exagerar uma ideia para enfatizá-la, como por exemplo dizer “estou morrendo de fome” quando se está apenas com um pouco de fome. O eufemismo é outra figura de pensamento, usada para suavizar uma expressão considerada rude, como por exemplo “ele nos deixou” em vez de “ele morreu”. A ironia, por sua vez, consiste em dizer o contrário do que se quer realmente dizer, como por exemplo “que dia lindo!” em um dia de chuva intensa. A personificação é quando atribuímos características humanas a objetos ou animais, por exemplo, “o sol sorriu para mim”. A antítese é a figura que utiliza a oposição de ideias para criar um efeito de contraste, como por exemplo “o amor é fogo que arde sem se ver”. E o paradoxo é uma figura de pensamento que contém uma contradição aparente, como por exemplo “só sei que nada sei”.

Já as figuras de sintaxe ou construção interferem na estrutura gramatical da frase. Um exemplo é a elipse, que consiste na omissão de termos facilmente identificáveis pelo contexto, como por exemplo “gostaria de um café, por favor?”, omitindo o verbo “beber”. O zeugma é quando um termo é omitido, mas compreendido pela repetição de um termo anterior, como por exemplo “ele gosta de futebol, eu de vôlei”. O hipérbato é a inversão da ordem direta das palavras na frase, como por exemplo “no meio do caminho tinha uma pedra”. O polissíndeto é a repetição desnecessária de conjunções, como por exemplo “ele chegou e sentou e começou a falar”. O assíndeto, por sua vez, é a ausência de conjunções, como por exemplo “vi, corri, venci”. O anacoluto ocorre quando há uma quebra na estrutura sintática da frase, como por exemplo “ele, o melhor jogador, não foi convocado”. O pleonasmo é a repetição desnecessária de palavras, como por exemplo “subir para cima”. A silepse ocorre quando ocorre uma concordância não gramatical, mas com base em outro elemento da frase, como por exemplo “os brasileiros somos apaixonados por futebol”. E a anáfora é a repetição de palavras no início de diferentes versos ou frases, como por exemplo “amar é sofrer, amar é sorrir, amar é viver”.

Por fim, as figuras de som ou harmonia estão associadas à sonoridade das palavras. A aliteração é a repetição de sons consonantais, como por exemplo “o rato roeu a roupa do rei de Roma”. A paronomásia é a repetição de palavras com sons semelhantes, mas significados diferentes, como por exemplo “o doce está doce”. A assonância é a repetição de sons vocálicos, como por exemplo “o sol do arroz”. E a onomatopeia é a reprodução de sons por meio de palavras, como por exemplo “bum!”.

Em suma, as figuras de linguagem são recursos utilizados para tornar a linguagem mais expressiva, criativa e impactante, explorando diferentes aspectos da linguagem, como o sentido conotativo, a estrutura gramatical e a sonoridade das palavras.

Pergunta: Que figura de linguagem é usada na oração?

Pergunta: Que figura de linguagem é usada na oração?

Anáfora é uma figura de linguagem que consiste na repetição de uma ou mais palavras no início de versos ou orações. Ela pode ser utilizada com o objetivo de enfatizar uma ideia, criar um efeito de ritmo ou reforçar uma determinada mensagem.

Na anáfora, a repetição das palavras ou expressões pode ocorrer no início de frases, versos ou estrofes, criando um efeito de repetição que chama a atenção do leitor ou ouvinte. Essa figura de linguagem é muito comum na poesia, mas também pode ser encontrada em discursos, canções e textos literários em geral.

Um exemplo de anáfora pode ser encontrado no poema de Vinicius de Moraes intitulado “Soneto de Fidelidade”, em que o verso “Não te amo como se fosses rosa de sal” é repetido no início de cada estrofe. Essa repetição cria um efeito de enfatizar a intensidade do amor descrito no poema.

Qual figura de linguagem é utilizada na frase O rio São Francisco ocupa cerca de 8% do território brasileiro?

A figura de linguagem utilizada na frase “O rio São Francisco ocupa cerca de 8% do território brasileiro” é a antonomásia. A antonomásia consiste em substituir um nome próprio por uma expressão que o caracterize de forma específica ou marcante. No caso da frase, o nome próprio “Rio São Francisco” é substituído pela expressão “O Velho Chico”. Essa substituição cria uma identificação mais íntima e familiar com o rio, conferindo-lhe uma conotação afetiva e cultural. Além disso, a antonomásia também pode ser usada para destacar a importância ou relevância de algo ou alguém, como é o caso do Rio São Francisco, que é um dos principais rios do Brasil e desempenha um papel fundamental na economia e na vida das pessoas que vivem em suas margens.

Portanto, ao utilizar a antonomásia na frase, o autor busca não apenas informar sobre a extensão territorial ocupada pelo rio, mas também evocar sentimentos e referências culturais associadas ao “Velho Chico”. Essa figura de linguagem contribui para enriquecer a comunicação e despertar o interesse do leitor, tornando a informação mais vívida e memorável.

Qual é a figura de linguagem presente nas orações abaixo: Convide-o a retirar-se, por favor?

O eufemismo é uma figura de linguagem muito utilizada para suavizar o discurso, tornando-o mais polido ou menos agressivo. No caso da frase “Convide-o a retirar-se, por favor”, o eufemismo é utilizado para transmitir a ideia de que alguém deve sair de um determinado lugar, sem usar uma linguagem direta ou rude. Ao invés de dizer simplesmente “saia” ou “vá embora”, a expressão “convide-o a retirar-se” é uma forma mais educada de comunicar a mesma mensagem. Essa figura de linguagem é comumente utilizada em situações formais, como em ambientes de trabalho ou em eventos sociais, quando se deseja evitar conflitos ou constrangimentos. O eufemismo permite suavizar o impacto das palavras, tornando a comunicação mais cortês e delicada.