Figura de Linguagem Redundância: Subi pra Cima, Desceu para Baixo

A figura de linguagem conhecida como redundância consiste em repetir uma informação já expressa de forma desnecessária, seja através de palavras, expressões ou construções gramaticais. Esse recurso pode ser utilizado para enfatizar uma ideia, reforçar uma informação ou simplesmente para dar mais ênfase ao discurso. Neste artigo, iremos discutir alguns exemplos de redundância na linguagem cotidiana, como o uso de expressões como “subir pra cima” e “descer para baixo”.

Qual é um exemplo de pleonasmo?

Um exemplo clássico de pleonasmo é a expressão “subir para cima”. Nesse caso, o verbo “subir” já indica a ação de ir para cima, portanto, o uso da expressão “para cima” é redundante. Esse tipo de pleonasmo é bastante comum na linguagem coloquial, sendo utilizado pelos falantes de forma inconsciente.

No entanto, é importante ressaltar que nem todo pleonasmo é considerado um erro gramatical. Existem casos em que o pleonasmo é utilizado de forma proposital, principalmente na literatura, com o objetivo de enfatizar um significado já existente. Nesses casos, o uso do pleonasmo pode conferir um caráter lírico ou poético ao discurso.

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Um exemplo desse tipo de pleonasmo é a frase “As doces águas do rio embelezavam a paisagem”. Nesse caso, o adjetivo “doces” já traz consigo a ideia de algo agradável, então o uso do pleonasmo com a expressão “embelezavam a paisagem” reforça essa ideia, buscando criar uma imagem ainda mais bela e encantadora na mente do leitor.

Portanto, o pleonasmo pode ser considerado tanto um desvio gramatical quanto uma figura de linguagem, dependendo do contexto e da intenção do autor.

Quais são os tipos de redundâncias?

Quais são os tipos de redundâncias?

Redundância na linguagem e comunicação pode ocorrer de diferentes maneiras. Um exemplo comum é o pleonasmo, que consiste na utilização de palavras ou expressões repetitivas que não acrescentam nenhum significado adicional à mensagem transmitida. Por exemplo, dizer “subir para cima” ou “entrar para dentro” são exemplos de pleonasmos. Outra forma de redundância é a tautologia, que ocorre quando há uma repetição lógica em uma afirmação, ou seja, quando se diz a mesma coisa de forma redundante. Por exemplo, dizer “todos os alunos foram aprovados, nenhum aluno foi reprovado” é uma tautologia, pois a segunda parte da frase já está contida na primeira. Além disso, a simples repetição de palavras ou frases também pode ser considerada uma forma de redundância na comunicação. É importante evitar redundâncias na linguagem, pois elas podem tornar o discurso confuso e pouco eficiente, além de desperdiçar tempo e recursos. Portanto, é recomendado buscar uma comunicação clara, precisa e concisa, evitando o uso desnecessário de palavras ou expressões repetitivas.

Qual é a diferença entre tautologia e redundância?

Qual é a diferença entre tautologia e redundância?

Introdução. A tautologia é um fenômeno presente na linguagem em que informações são repetidas de forma desnecessária. Isso ocorre quando se empregam termos que reafirmam o mesmo conceito, resultando em uma redundância que não agrega valor à mensagem.

Uma tautologia pode ser identificada quando uma mesma ideia é expressa duas vezes com palavras diferentes, como por exemplo “subir para cima” ou “descer para baixo”. Essas construções são redundantes, pois o verbo “subir” já implica em ir para cima e o verbo “descer” já implica em ir para baixo. Portanto, a repetição dos termos “para cima” e “para baixo” é desnecessária.

Por outro lado, a redundância pode ocorrer de diferentes formas na linguagem. Além das tautologias, existem outros tipos de redundância, como a repetição de palavras, informações óbvias ou o uso de expressões que não agregam valor à mensagem. A redundância pode ser prejudicial à clareza e concisão da comunicação, pois torna a mensagem mais longa e repetitiva.

Qual é a definição de solecismo e quais são alguns exemplos?

Qual é a definição de solecismo e quais são alguns exemplos?

O solecismo é um erro de sintaxe que ocorre na construção de uma frase ou na combinação de palavras. Ele pode ocorrer de diferentes maneiras, como erros de concordância, regência, colocação e má estruturação.

Um exemplo de solecismo de concordância é quando há um desvio na concordância entre o sujeito e o verbo. Por exemplo, “Meus irmão são muito briguentos” está incorreto, pois o verbo “ser” deve concordar com o sujeito no plural, ficando “Meus irmãos são muito briguentos”.

Outro exemplo é o solecismo de regência, que ocorre quando há um desvio na relação entre um verbo e seu complemento. Por exemplo, “Cheguei na sua casa” está incorreto, pois o verbo “chegar” exige a preposição “a” antes do complemento, ficando “Cheguei à sua casa”.

Esses são apenas alguns exemplos de solecismo, mas existem muitas outras formas em que esse tipo de erro pode ocorrer. É importante estar atento à construção correta das frases para evitar o uso incorreto da língua portuguesa.

É correto dizer subir pra cima?

Subir para cima e descer para baixo são expressões que podem gerar uma certa confusão linguística. O pleonasmo ocorre quando há uma repetição desnecessária de palavras ou ideias. No caso de “subir para cima”, a palavra “subir” já indica um movimento ascendente, portanto, o “para cima” se torna redundante. O mesmo acontece com “descer para baixo”, pois “descer” já implica em um movimento descendente.

No entanto, é importante ressaltar que nem sempre o pleonasmo é considerado um erro de linguagem. Em alguns contextos, ele pode ser utilizado intencionalmente para enfatizar uma ideia ou para criar um efeito estilístico. Porém, no uso cotidiano da língua, é recomendado evitar o pleonasmo, pois ele pode soar repetitivo e redundante.

Portanto, tanto “subir para cima” quanto “descer para baixo” são expressões que podem ser consideradas pleonásticas. É preferível utilizar apenas a palavra “subir” ou “descer” para indicar o movimento vertical, sem a inclusão de termos redundantes.