A Partilha da Palestina em 1947: Uma análise histórica

A partilha da Palestina em 1947 foi um evento histórico de grande importância que teve repercussões duradouras na região. Neste artigo, faremos uma análise detalhada desse processo, examinando as motivações por trás da decisão de dividir o território e as consequências que isso teve para os palestinos e israelenses.

Primeiramente, é importante entender o contexto em que a partilha ocorreu. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, cresceu a pressão internacional para a criação de um estado judaico na Palestina, em resposta ao Holocausto e ao desejo do movimento sionista de estabelecer um lar nacional para o povo judeu.

A proposta de partilha foi apresentada pelas Nações Unidas em 1947 e dividia a Palestina em dois estados: um judeu e um árabe. A área de Jerusalém seria administrada internacionalmente. A decisão foi amplamente apoiada pelos países ocidentais, mas rejeitada pelos países árabes, que a consideravam uma violação dos direitos dos palestinos.

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Após a aprovação da partilha, a violência entre as comunidades judaica e árabe aumentou significativamente. Milhares de palestinos foram expulsos de suas terras e tiveram que buscar refúgio em países vizinhos. Por sua vez, os judeus estabeleceram um Estado independente, que viria a se tornar Israel.

A partilha da Palestina em 1947 foi um marco na história do conflito israelo-palestino e suas consequências ainda são sentidas até hoje. Neste artigo, analisaremos mais profundamente os impactos sociais, políticos e econômicos dessa divisão, bem como a luta contínua pela autodeterminação dos palestinos e a busca por uma solução pacífica para o conflito.

Como foi a partilha da Palestina em 1947?

A partilha da Palestina em 1947 foi um evento histórico que marcou o início do conflito entre israelenses e palestinos. Através da Resolução 181 da ONU, a Palestina foi dividida em dois estados: um árabe e um judeu. A maior parte do território, cerca de 53,5%, foi designada para o estado de Israel, mesmo que os judeus representassem apenas 30% da população total. Os palestinos ficaram com cerca de 45,4% das terras. Essa divisão foi altamente controversa e gerou muitos deslocamentos e conflitos entre as comunidades judaica e árabe, resultando em uma guerra civil e, posteriormente, em uma guerra entre Israel e os países árabes vizinhos.

A partilha da Palestina em 1947 foi uma tentativa da comunidade internacional de resolver o conflito entre judeus e árabes na região. No entanto, a divisão proposta pela ONU não foi aceita por ambos os lados. Os palestinos rejeitaram a resolução porque acreditavam que ela violava seus direitos e reivindicações territoriais. Por outro lado, os sionistas judeus também não estavam satisfeitos com a partilha, pois desejavam um território maior para a criação de um estado judaico. Essa falta de acordo e as tensões resultantes levaram ao início de um conflito violento, que continua até os dias de hoje. A partilha da Palestina em 1947 é considerada um marco histórico na luta pelo controle da terra e pelos direitos dos povos judeu e palestino.

Como foi o plano de partilha da Palestina?

Como foi o plano de partilha da Palestina?

Após a Segunda Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes judeus para a Palestina aumentou consideravelmente, em parte devido ao sentimento de solidariedade após o Holocausto. A situação na Palestina se tornou cada vez mais tensa, com os judeus buscando a independência e os palestinos temendo a perda de suas terras. Em 1947, a Assembleia Geral da ONU decidiu intervir e propor um plano de partilha da Palestina.

O plano de partilha da ONU previa a criação de dois estados independentes: um judeu e outro palestino. Jerusalém seria uma entidade internacional administrada pelas Nações Unidas. No entanto, tanto os palestinos como os Estados árabes vizinhos recusaram-se a acatar a partilha proposta pela ONU. Isso levou ao início de intensos e constantes conflitos na região.

A partilha da Palestina acabou não sendo implementada, resultando em um agravamento dos conflitos na região. Os palestinos consideraram o plano de partilha injusto e uma violação de seus direitos sobre a terra. Os Estados árabes vizinhos também se opuseram à partilha, alegando que isso iria prejudicar os interesses dos palestinos e da causa árabe.

Em última análise, o plano de partilha da Palestina não conseguiu trazer paz e estabilidade para a região. Pelo contrário, a disputa territorial e a questão dos refugiados palestinos se tornaram questões centrais do conflito israelense-palestino, que persiste até os dias de hoje.

Qual é a partilha da Palestina?

Qual é a partilha da Palestina?

A partilha da Palestina foi um processo complexo e controverso. Em 1947, a ONU aprovou a Resolução 181, conhecida como Plano de Partilha da Palestina, com o objetivo de criar dois Estados independentes: um judeu e um árabe. Segundo esse plano, aproximadamente 55% do território da Palestina foi destinado aos judeus, enquanto o restante foi designado para os árabes, incluindo a Faixa de Gaza.

No entanto, essa partilha não foi bem aceita por todos. Os países árabes rejeitaram o plano e a guerra entre judeus e árabes na região se intensificou. Em 1948, o Estado de Israel foi proclamado e a guerra entre Israel e os países árabes vizinhos começou. Durante esse conflito, Israel ampliou seu território além das fronteiras estabelecidas pela Resolução 181, anexando áreas designadas para os árabes, como Jerusalém Oriental e a Cisjordânia. A Faixa de Gaza ficou sob controle do Egito.

Desde então, a questão da partilha da Palestina tem sido um ponto central de conflito na região. Os palestinos reivindicam o direito à autodeterminação e à criação de um Estado independente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, com Jerusalém Oriental como sua capital. Por outro lado, Israel defende sua segurança e soberania, considerando Jerusalém como sua capital indivisível. Os esforços para chegar a um acordo de paz duradouro têm sido difíceis e muitas vezes frustrados, com ambas as partes buscando soluções que garantam seus interesses e necessidades.

Quando ocorreu a partilha da Palestina?

Quando ocorreu a partilha da Palestina?

O Plano de Partilha da Palestina foi aprovado em 29 de novembro de 1947 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da Resolução 181. Esse plano foi uma tentativa de resolver o conflito entre judeus e árabes na região da Palestina, que na época estava sob mandato britânico. A partilha previa a criação de dois estados independentes, um judeu e um árabe, bem como a internacionalização de Jerusalém.

No entanto, a implementação do plano não foi bem-sucedida. Os líderes árabes rejeitaram a partilha, alegando que a proposta concedia uma fatia desproporcional de terras aos judeus. Além disso, grupos armados árabes e judeus entraram em confronto, o que levou a um aumento da violência na região. Em maio de 1948, o Estado de Israel foi proclamado, e teve início a Primeira Guerra Árabe-Israelense.

A partilha da Palestina foi um marco histórico importante no conflito entre árabes e judeus na região. As consequências desse plano e as disputas territoriais que se seguiram ainda são temas de debate e tensão até os dias de hoje.

Qual foi o plano de partilha da Palestina aprovado pela ONU em 1947?

O plano de partilha da Palestina aprovado pela ONU em 1947 consistia na divisão do território em dois Estados, um judeu e outro árabe. A faixa ocidental do território seria dividida em proporções desiguais, com 53% sendo atribuídos aos 700 mil judeus e 47% aos 1 milhão e 400 mil árabes. Além disso, as áreas de Jerusalém e Belém seriam colocadas sob controle internacional. A resolução 181 foi aprovada pela Assembleia Geral da ONU com 33 votos a favor, incluindo os Estados Unidos, a União Soviética e a França, 13 votos contra, incluindo os dos Estados árabes, e dez abstenções, como a Grã-Bretanha.

Este plano de partilha foi proposto como uma tentativa de resolver o conflito entre judeus e árabes na Palestina, que vinha se intensificando. No entanto, a proposta foi rejeitada pelos países árabes e, consequentemente, não foi implementada. Isso levou a um agravamento do conflito, com a guerra de 1948 entre os países árabes e Israel, que resultou no deslocamento de centenas de milhares de palestinos e na criação de um grande número de refugiados. A questão da partilha da Palestina continua sendo um tema central nas negociações de paz na região até os dias de hoje.