Renovação do Serviço Social no Brasil: Avanços e Objetivos

O Serviço Social no Brasil tem passado por um processo contínuo de renovação nos últimos anos, buscando avanços e objetivos que possam atender às demandas da sociedade contemporânea. Esta renovação tem sido impulsionada pela necessidade de adaptar-se às mudanças sociais, políticas e econômicas que afetam diretamente a vida das pessoas e comunidades atendidas pelo serviço social.

Uma das principais conquistas nesse processo de renovação é a ampliação do escopo de atuação do serviço social, que antes se concentrava principalmente no atendimento direto às demandas individuais e familiares. Hoje, o serviço social busca também intervir nos processos sociais e nas políticas públicas, visando à transformação das condições sociais que geram desigualdades e exclusão.

Além disso, a renovação do serviço social no Brasil tem como objetivo central a defesa dos direitos humanos e a promoção da justiça social. Nesse sentido, o serviço social busca fortalecer a autonomia e a participação das pessoas atendidas, empoderando-as para que possam lutar por seus direitos e transformar suas realidades.

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Para alcançar esses objetivos, o serviço social utiliza um conjunto de metodologias e técnicas de intervenção, como o trabalho em rede, a pesquisa social, o planejamento e a gestão de políticas sociais. Essas ferramentas permitem que os profissionais do serviço social atuem de forma mais eficaz na identificação e enfrentamento das vulnerabilidades sociais e na promoção da inclusão social.

Com isso, a renovação do serviço social no Brasil tem sido fundamental para garantir a sua relevância e efetividade como profissão diante dos desafios do século XXI. Através dessa renovação, o serviço social busca contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e solidária, onde todos tenham acesso aos seus direitos fundamentais e possam viver com dignidade.

Como ocorreu o processo de renovação do Serviço Social?

No processo de renovação do Serviço Social, diferentes correntes de pensamento influenciaram o exercício profissional. A primeira vertente foi a perspectiva modernizadora, que buscava adequar o Serviço Social aos novos desafios da sociedade contemporânea. Essa corrente defendia a importância da formação acadêmica, da especialização técnica e da utilização de métodos e técnicas científicas para a intervenção social.

A segunda vertente foi a reatualização do conservadorismo, que buscava manter as bases tradicionais da profissão. Nessa perspectiva, o Serviço Social seria responsável por manter a ordem social, atuando na solução de problemas sociais de forma individualizada e adaptando-se às demandas do Estado e do mercado de trabalho.

Por fim, a terceira vertente foi a intenção de ruptura, representada por profissionais e estudantes que questionavam as bases conservadoras do Serviço Social e buscavam uma prática mais crítica e transformadora. Essa corrente defendia a necessidade de uma intervenção social que considerasse as estruturas sociais e econômicas, visando à superação das desigualdades e injustiças sociais.

Essas diferentes perspectivas influenciaram o processo de renovação do Serviço Social, levando a mudanças na formação profissional, nas práticas de intervenção e nas concepções teóricas que embasam a atuação dos assistentes sociais.

Qual foi o movimento de renovação do Serviço Social no Brasil?

Qual foi o movimento de renovação do Serviço Social no Brasil?

O movimento de renovação do Serviço Social no Brasil foi um processo complexo que ocorreu a partir da década de 1960. Esse movimento foi impulsionado por diversas demandas sociais e institucionais que se apresentaram à profissão. Entre essas demandas, destacam-se a urbanização acelerada, o crescimento das desigualdades sociais e a emergência de novos atores sociais.

Essas demandas exigiam do Serviço Social uma atuação mais crítica e comprometida com a transformação social. Nesse sentido, o movimento de renovação buscou uma mudança na formação profissional, a fim de capacitar os assistentes sociais a compreenderem as complexidades sociais e a atuarem de forma mais efetiva na promoção da justiça social.

Além disso, o movimento de renovação também teve como objetivo repensar as práticas e intervenções do Serviço Social, buscando uma abordagem mais participativa e democrática. Isso implicou em uma maior aproximação com os sujeitos envolvidos, a valorização de suas experiências e a busca por soluções coletivas para os problemas sociais.

Portanto, o movimento de renovação do Serviço Social no Brasil foi um processo de transformação que teve como base a compreensão das demandas sociais e institucionais, bem como a necessidade de uma atuação mais crítica e comprometida com a transformação social. Esse movimento teve como resultado uma profissão mais engajada e capacitada para enfrentar os desafios contemporâneos.

Quais foram as direções de renovação do Serviço Social brasileiro?

Quais foram as direções de renovação do Serviço Social brasileiro?

A renovação do Serviço Social brasileiro foi marcada por três direções principais. A primeira foi a perspectiva modernizadora, que ocorreu entre 1965 e 1975. Nesse período, houve uma busca por uma maior eficiência técnica e científica na prática profissional, com a incorporação de novas teorias e metodologias. O objetivo era tornar o Serviço Social mais adequado às demandas da sociedade industrializada em crescimento.

A segunda direção de renovação foi a reatualização do conservadorismo, que ocorreu entre 1975 e 1980. Nesse período, houve um retorno a valores e práticas mais tradicionais, influenciados pelo contexto político autoritário da ditadura militar. O Serviço Social passou a ter um caráter mais assistencialista e disciplinador, focado em controlar e punir os indivíduos considerados “desviantes”.

A terceira direção de renovação foi a intenção de ruptura, que emergiu no início dos anos setenta, mas foi interrompida pela ditadura militar. Essa perspectiva buscava uma transformação radical do Serviço Social, com uma crítica ao seu papel institucional e uma busca pela emancipação dos sujeitos atendidos. Essa direção só pôde ser retomada após a redemocratização e tem influenciado fortemente o campo do Serviço Social nas últimas décadas, com a busca por uma prática mais crítica, comprometida com a transformação social e a defesa dos direitos humanos.

Quando ocorreu o movimento de renovação do Serviço Social?

Quando ocorreu o movimento de renovação do Serviço Social?

O movimento de renovação do Serviço Social ocorreu durante a década de 1960, na América Latina, e foi conhecido como o Movimento de Reconceituação do Serviço Social. Esse movimento foi impulsionado por uma série de mudanças sociais, políticas e econômicas que ocorreram na região na época, bem como pelas lutas e mobilizações populares por transformações sociais mais amplas.

O Movimento de Reconceituação do Serviço Social questionou e criticou os fundamentos teóricos e práticos da profissão, buscando superar o caráter conservador e assistencialista que o Serviço Social havia assumido até então. Os profissionais e acadêmicos envolvidos nessa renovação propuseram uma abordagem mais crítica e voltada para a transformação social, baseada em uma compreensão mais ampla das relações sociais e em uma análise das estruturas de poder que geram desigualdade e exclusão.

Esse movimento teve um impacto significativo no desenvolvimento do Serviço Social na América Latina, contribuindo para a formação de uma nova geração de profissionais comprometidos com a defesa dos direitos humanos, a promoção da justiça social e a busca por uma sociedade mais igualitária. Até hoje, os princípios e as reflexões gerados pelo Movimento de Reconceituação continuam a influenciar a prática e a teoria do Serviço Social na região.

Como era o Serviço Social tradicional?

O Serviço Social tradicional era caracterizado por uma abordagem conservadora, que refletia os valores e normas da sociedade em que estava inserido. A profissão tinha um caráter vocacional, ou seja, os assistentes sociais eram vistos como “missionários” ou “salvadores” que se dedicavam ao trabalho social por um senso de dever ou chamado. Essa perspectiva moralista levava a um trabalho focado na mudança de comportamentos e valores das classes subalternas, com o objetivo de “corrigir” e “ajustar” os indivíduos aos padrões considerados adequados pela sociedade dominante.

Além disso, o Serviço Social tradicional tinha uma abordagem manipuladora, na qual os assistentes sociais muitas vezes agiam como agentes de controle social, exercendo influência sobre os indivíduos e comunidades atendidos. Essa abordagem também era confessional, ou seja, baseada em valores e crenças religiosas, o que muitas vezes limitava a autonomia e a liberdade de escolha dos indivíduos assistidos.

Em termos de práticas profissionais, o Serviço Social tradicional enfatizava a assistência individualizada, focada na resolução de problemas imediatos, com pouca ênfase na transformação das condições sociais que geravam a desigualdade e a exclusão social. A profissão também tinha uma visão paternalista, na qual os assistentes sociais eram vistos como especialistas que sabiam o que era melhor para os indivíduos e comunidades atendidos, tomando decisões em seu nome.

No geral, o Serviço Social tradicional era caracterizado por uma abordagem conservadora e limitada, que não questionava as estruturas e relações de poder que perpetuavam a desigualdade e a exclusão social. Felizmente, ao longo dos anos, o campo do Serviço Social tem passado por transformações significativas, adotando uma abordagem mais crítica, reflexiva e comprometida com a justiça social e a transformação das condições sociais.